sexta-feira, 30 de setembro de 2016

MUSEU DO ORIENTE - DIA DAS FUNDAÇÕES E DOADORES - 1 de Ouubro



Museu do Oriente



Hoje pode visitar gratuitamente - e até mais tarde - o das 18.00 às 22.00. E como amanhã [1 Outubro] se celebra o Dia das Fundações e Doadores, oferecemos entrada gratuita todo o dia, bem como visitas temáticas e visitas-jogo para famílias. Tantas oportunidades para descobrir os coleccionadores e doadores que contribuiram para o impressionante acervo do Museu do Oriente.

Associando-se às comemorações do Dia Europeu de Fundações e Doadores, a Fundação Oriente convida os visitantes a conhecerem mais sobre a sua história e acção, através de um programa especial a decorrer no Museu do Oriente. A entrada no Museu é gratuita, bem como a participação nas actividades [requerendo estas inscrição].

Sábado | 1 Outubro
10.00 às 18.00 | Entrada gratuita no Museu do Oriente



COLECCIONAR PARA DOAR?
Visita-jogo para famílias
Sábado | 10.30 às 11.30 | Para crianças dos 6 aos 12 anos, acompanhadas por um adulto Participantes máx.25

São várias as teorias sobre quando terá surgido a primeira colecção e o primeiro coleccionador. Muitos estudiosos apontam para a pré-história. Mas afinal o que motivará o nascimento de uma colecção? E quem será o coleccionador? Um caçador de tesouros raros, um pesquisador por natureza? Vem conhecer as colecções que o Museu do Oriente alberga e os coleccionadores que ajudam a manter a história viva através dos seus objectos.



COLECÇÕES VIVAS: A COLECÇÃO KWOK ON
Visita orientada às reservas da Colecção Kwok-On 
Sábado | 11.00 às 11.30 | Participantes máx.10 | Maiores de 16 anos

Criada em 1971 por Jacques Pimpaneau – a partir da doação que lhe fora feita pelo Senhor Kwok On -, a colecção Kwok-On é proveniente da Association Arts et Traditions Populaires de l’Asie Orientale – Musée Universitaire Kwok On, de Paris e foi incorporada no acervo da Fundação Oriente em 1999. É composta por mais de 13.000 objectos, na sua maioria chineses, indianos e japoneses, relacionados com artes performativas (instrumentos, trajes, marionetas, máscaras, pinturas, porcelanas) e com as festividades tradicionais (objectos rituais, lanternas, pinturas, jogos, estátuas). Representadas estão ainda, através de peças de arte popular, práticas culturais do Sri Lanka, Tailândia, Cambodja, Malásia, Indonésia, Vietname, Tibete, Birmânia, Nepal e Coreia. Com o objectivo de promover o contínuo enriquecimento da colecção e aprofundar a respectiva investigação, a Fundação Oriente encarrega, todos os anos, Sylvie Pimpaneau e Sofia Campos Lopes de uma missão na Ásia.

É esta colecção que vamos conhecer, nas reservas, onde se procede à sua conservação.



DA IDEIA À CONCRETIZAÇÃO: O MUSEU DA FUNDAÇÃO ORIENTE
Visita orientada à exposição Presença Portuguesa na Ásia
Sábado | 15.00 às 16.00 | Participantes máx.25 | Maiores de 7 anos
 
Constituída em 1988, a Fundação Oriente tem como objectivo a realização de acções de carácter cultural, educativo, artístico, científico, social e filantrópico que visem a valorização e a continuidade das relações históricas e culturais entre Portugal e o Oriente. O aparecimento do Museu do Oriente, em 2008, marca um novo ciclo na vida da Fundação, consubstanciando a sua vontade e vocação de contribuir para o encontro entre Ocidente e Oriente. Convidamo-lo a visitar o Museu do Oriente e a conhecer os princípios que determinaram a sua criação.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Lettre de Mark Rothko et Adolph Gottlieb à Alden Jewell : "Et en art, comme dans le mariage, l’absence de consommation est un motif d’annulation."



Mark Rothko, The Omen of the Eagle,1942, National Gallery of Art, Gift of The Mark Rothko Foundation, Inc., 1986.43.107



(Mark Rothko (25 septembre 1903 – 25 février 1970), l’un des peintres américains les plus célèbres du XXème siècle, s’est essayé à  l’expressionnisme abstrait puis au surréalisme pour découvrir à la fin des années 1940 une nouvelle façon de peindre que  le critique Clement Greenberg définira comme le « Colorfield Painting », littéralement  de la « peinture en champs de couleur ». Le 7 juin 1943, Mark Rothko et Adolph Gottlieb, peintre et sculpteur, écrivent cette lettre à Alden Jewell, critique d’art au New York Times, explicitant leur démarche créative et artistique.)

Le 7 juin 1943
Cher Monsieur Jewell,
Pour l’artiste, la marche de l’esprit d’un critique est l’un des mystères de l’existence. C’est la raison pour laquelle, supposons-nous, la complainte de l’artiste qui  est mécompris, notamment par le critique, est devenu un bruyant lieu commun. C’est donc un événement lorsque le vers tourne et que le critique du Times confesse tranquillement mais publiquement son « hébétement », « confondu » devant nos tableaux au Federation Show. Nous saluons cet honnête, cordiale pourrions-nous dire, réaction devant nos « obscurs » tableaux, puisqu’en d’autres cercles critiques il semble que nous ayons créé un tintamarre hystérique. Et nous apprécions la gracieuse opportunité qui nous est offerte de présenter nos opinions.
Nous n’avons pas l’intention de défendre nos tableaux. Ils se défendent par eux-mêmes. Nous les considérons comme des déclarations claires. Votre échec à les écarter ou à les dénigrer est une preuve de première main qu’ils contiennent un peu de force communicative. […]
Or, ces faciles commentaires de programme ne peuvent aider que le simple d’esprit. Aucun jeu de commentaire possible ne peut expliquer nos peintures. Leur explication doit provenir d’une expérience consommée entre la peinture et celui qui la regarde. L’appréciation de l’art est un mariage authentique des esprits. Et en art, comme dans le mariage, l’absence de consommation est un motif d’annulation.
La question, nous semble-t-il, n’est pas celle d’une « explication » des peintures mais de savoir si les idées essentielles que véhiculent ces peintures ont une signification.
Nous avons le sentiment que nos peintures font la preuve de nos convictions esthétiques dont voici, par conséquent, quelques-unes :
1. Pour nous, l’art est une aventure dans un monde inconnu, que seuls ceux qui veulent prendre des risques peuvent explorer.
2. Ce monde de l’imagination est libéré et violemment opposé au sens commun.
Par conséquent, si notre travail incarne ces convictions-là, il doit offenser quiconque s’accorde spirituellement à la décoration d’intérieur, aux tableaux pour la maison, aux tableaux pour le dessus de cheminée, aux peintures de genre américaines, aux peintures sociales, à la pureté en art : ceux qui font bouillir la marmite en remportant des prix, la Nationale Academy, la Whitney Academy, la Corn Belt Academy, les marronniers, toute cette foutaise, etc.
Sincèrement vôtre,
Adoph Gottlieb
Marcus Rothko


https://www.facebook.com/notes/723763071025915/


terça-feira, 27 de setembro de 2016

Gavrilov Valerii -Painter

The artist Gavrilov Valerii -Painter (1948-1982г) 



In fifteen kilometers from Novokuznetsk is small village Ilyinka. Valery Gavrilov was born in it on September, 10th, 1948. Thus, it in the childhood has been removed from the mad, roaring city life involving in the circulation all live and natural. The father, very formed person was a unique conductor of culture for it. Feodor Vasilevich, not taken place artist-sotsrealist, seeing early Valery's shown bents to creativity (the child has started to write verses and to draw in three years), in every possible way encouraged them, hoping that the son will carry out that the father in art vainly tried to make. 

Valery in the early childhood was trained in game on a piano, a bayan, a pipe, percussion instruments, worked at puppet theater, was engaged in an art photo, a molding, has learned German so that easily read "Faust" in the original. Then it has got inconceivable even for the adult person working capacity, subsequently so amazing people knowing it.

Without having reached majority, Valery has left to Sverdlovsk to receive art education. It has arrived in school with which connected many hopes. Any of them couldn't be carried out. It and hasn't found neither adherents, nor support. "Official" artists were limited to that "have observed", by their own recognition, behind creative development of Gavrilova. And it is more than anything. 

The undertaken two trips to Leningrad for receipt in Academy of Arts weren't successful. Its works have caused a storm of delight from teachers who were besides limited to that have specified it the following: «in you already to study there is nothing. Already most it is time to you to learn». These pleasant words have completed a wall between Gavrilovym and so-called «officially recognized art» which to it and didn't manage to be punched. It all the same, remained in Leningrad and has arrived on courses of auditors at Academy upon termination of which has for ever returned to Sverdlovsk.

Гаврилов has left a huge heritage. Approximately for twenty years of its creative activity it is necessary: about 350 pictorial works, about 1000 photographic works, about 150 sculptures from a tree, plaster, the philosophical treatise, some hundreds poems and prosaic experiences, set of art photos and one film script.
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In Ekaterinburg the welfare fund of a name of Valery and Zynaida Gavrilov now is created.
SOLITARTGALLERY Presents

In Memory of Valery Gavrilov (1948 -1982)
Music & Piano By Farshad Sanaee
SLOVAK ART FILM
WRITTEN & DIRECTED BY FRANTIŠEK JAKUB 

absolutly divine with hos artwork

https://youtu.be/3MKubP5KP1g



Gavrilov Valerii. Painting (7 artworks ) >>







domingo, 25 de setembro de 2016

SABROSA: TERRITORY AND HERITAGE, 2016,23_ 09


SABROSA: TERRITORY AND HERITAGE, 2016,23_ 09
No Google Cultural Institute constroem-se ferramentas e tecnologias de livre acesso para instituições culturais para que mostrem e partilhem os seus tesouros culturais e históricos com uma audiência global online.
A Google Arts & Culture e a Faculdade de Letras da Universidade do Porto colaboram numa parceria desde 2014 nesse âmbito, tendo, produzido o fabuloso vídeo (cujo link está infra) para as comemorações das Jornadas Europeias do Património.
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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

JORNADAS EUROPEIAS do PATRIMÓNIO | Museu Municipal de Penafiel e Espaço Miguel Torga

23 de setembro | Museu Municipal de Penafiel e Espaço Miguel Torga



A Faculdade de Letras da Universidade do Porto junta-se à programação das Jornadas Europeias do Património | 2016, ação da responsabilidade da Direção-Geral do Património Cultural. A edição deste ano, consagrada ao tema Comunidades e Culturas, conta com 800 atividades inscritas. 

A atividade da FLUP é da responsabilidade do Departamento de Ciências e Técnicas do Património (DCTP), que tem como missão a criação e transferência do conhecimento nas suas áreas de atuação, consagradas numa experiência pedagógica sedimentada e materializadas num significativo conjunto de colaborações de consultoria e investigação. Através da sua ação pretende o DCTP continuar a afirmar o papel que a Universidade deve ter enquanto agente de desenvolvimento social, económico e territorial no sector do Património Cultural. 

Da parte da manhã, o Museu de Penafiel acolhe dois painéis: Património, museus e comunidades; Relações de integração e desenvolvimento e Penafiel, comunidade(s) e cultura(s). A sessão de abertura contará com a presença dos Presidentes das Câmaras Municipais de Penafiel, Antonino Aurélio Vieira de Sousa e de Sabrosa, José Manuel de Carvalho Marques; da Diretora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Fernanda Ribeiro; da coordenadora científica do CITCEM, Cristina Cunha e da presidente do DCTP, Lúcia Rosas. 

Da parte da tarde, no Espaço Miguel Torga (São Martinho de Anta, Sabrosa), após um painel dedicado ao tema Técnicos de cultura e comunidades de acolhimento, será inaugurada mundialmente a exposição virtual “Sabrosa: Território e Património”, disponível na plataforma Google Arts & Culture. Esta exposição foi concebida no âmbito curricular do Mestrado em História da Arte Portuguesa (ano letivo 2015/2016), dando seguimento ao projeto iniciado no ano anterior, “Porto Património Mundial”, também disponível na mesma plataforma. A exposição será inaugurada pelo Presidente da Câmara Municipal de Sabrosa, José Manuel de Carvalho Marques e pelo Magnífico Reitor da Universidade do Porto, Prof. Sebastião Feyo de Azevedo. 


Organização: FLUP-DCTP (Departamento de Ciências e Técnicas do Património) / CITCEM | Câmara Municipal de Penafiel | Câmara Municipal de Sabrosa

Colaboração
: Google Arts & Culture | Penafiel Ativa

Coordenação: 
 Lúcia Rosas | Nuno Resende | Rui Morais

PATRIMÓNIO_ Evolução Histórica


O “edifício camaleão”, um complexo futurista de apartamentos que não é o que parece



No centro da cidade austríaca de Graz, todos os edifícios são imponentes construções históricas e centenárias que datam do seu período de esplendor, uma época conhecida como “Era Guilhermina”, assim batizada em honra ao último imperador alemão, Guilherme II, e compreendida entre 1890 e 1918. Todos menos um que foi construído recentemente. Não é igual, mas parece.
Para conservar o legado da rua reconhecida como património histórico pela UNESCO, oestúdio de arquitetura Hope of Glory decidiu cobrir a fachada do empreendimento com aço inoxidável polido, de forma a refletir o meio envolvente. Desta forma, com um camaleão, um bloco de apartamentos futurista como que “imita” tudo o que está ao seu redor enganando o olho humano. Ora vê. 









https://www.idealista.pt/news/imobiliario/internacional/2016/09/16/31588-o-edificio-camaleao-um-empreendimento-futurista-de-apartamentos-que-nao-e-o-que?xts=410875&xtor=AD-308-[node/31588]-[]-[1_1]-[observador__observador.pt]-[desktop]-[foto_1_1]&source=28