sexta-feira, 30 de setembro de 2016

MUSEU DO ORIENTE - DIA DAS FUNDAÇÕES E DOADORES - 1 de Ouubro



Museu do Oriente



Hoje pode visitar gratuitamente - e até mais tarde - o das 18.00 às 22.00. E como amanhã [1 Outubro] se celebra o Dia das Fundações e Doadores, oferecemos entrada gratuita todo o dia, bem como visitas temáticas e visitas-jogo para famílias. Tantas oportunidades para descobrir os coleccionadores e doadores que contribuiram para o impressionante acervo do Museu do Oriente.

Associando-se às comemorações do Dia Europeu de Fundações e Doadores, a Fundação Oriente convida os visitantes a conhecerem mais sobre a sua história e acção, através de um programa especial a decorrer no Museu do Oriente. A entrada no Museu é gratuita, bem como a participação nas actividades [requerendo estas inscrição].

Sábado | 1 Outubro
10.00 às 18.00 | Entrada gratuita no Museu do Oriente



COLECCIONAR PARA DOAR?
Visita-jogo para famílias
Sábado | 10.30 às 11.30 | Para crianças dos 6 aos 12 anos, acompanhadas por um adulto Participantes máx.25

São várias as teorias sobre quando terá surgido a primeira colecção e o primeiro coleccionador. Muitos estudiosos apontam para a pré-história. Mas afinal o que motivará o nascimento de uma colecção? E quem será o coleccionador? Um caçador de tesouros raros, um pesquisador por natureza? Vem conhecer as colecções que o Museu do Oriente alberga e os coleccionadores que ajudam a manter a história viva através dos seus objectos.



COLECÇÕES VIVAS: A COLECÇÃO KWOK ON
Visita orientada às reservas da Colecção Kwok-On 
Sábado | 11.00 às 11.30 | Participantes máx.10 | Maiores de 16 anos

Criada em 1971 por Jacques Pimpaneau – a partir da doação que lhe fora feita pelo Senhor Kwok On -, a colecção Kwok-On é proveniente da Association Arts et Traditions Populaires de l’Asie Orientale – Musée Universitaire Kwok On, de Paris e foi incorporada no acervo da Fundação Oriente em 1999. É composta por mais de 13.000 objectos, na sua maioria chineses, indianos e japoneses, relacionados com artes performativas (instrumentos, trajes, marionetas, máscaras, pinturas, porcelanas) e com as festividades tradicionais (objectos rituais, lanternas, pinturas, jogos, estátuas). Representadas estão ainda, através de peças de arte popular, práticas culturais do Sri Lanka, Tailândia, Cambodja, Malásia, Indonésia, Vietname, Tibete, Birmânia, Nepal e Coreia. Com o objectivo de promover o contínuo enriquecimento da colecção e aprofundar a respectiva investigação, a Fundação Oriente encarrega, todos os anos, Sylvie Pimpaneau e Sofia Campos Lopes de uma missão na Ásia.

É esta colecção que vamos conhecer, nas reservas, onde se procede à sua conservação.



DA IDEIA À CONCRETIZAÇÃO: O MUSEU DA FUNDAÇÃO ORIENTE
Visita orientada à exposição Presença Portuguesa na Ásia
Sábado | 15.00 às 16.00 | Participantes máx.25 | Maiores de 7 anos
 
Constituída em 1988, a Fundação Oriente tem como objectivo a realização de acções de carácter cultural, educativo, artístico, científico, social e filantrópico que visem a valorização e a continuidade das relações históricas e culturais entre Portugal e o Oriente. O aparecimento do Museu do Oriente, em 2008, marca um novo ciclo na vida da Fundação, consubstanciando a sua vontade e vocação de contribuir para o encontro entre Ocidente e Oriente. Convidamo-lo a visitar o Museu do Oriente e a conhecer os princípios que determinaram a sua criação.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Lettre de Mark Rothko et Adolph Gottlieb à Alden Jewell : "Et en art, comme dans le mariage, l’absence de consommation est un motif d’annulation."



Mark Rothko, The Omen of the Eagle,1942, National Gallery of Art, Gift of The Mark Rothko Foundation, Inc., 1986.43.107



(Mark Rothko (25 septembre 1903 – 25 février 1970), l’un des peintres américains les plus célèbres du XXème siècle, s’est essayé à  l’expressionnisme abstrait puis au surréalisme pour découvrir à la fin des années 1940 une nouvelle façon de peindre que  le critique Clement Greenberg définira comme le « Colorfield Painting », littéralement  de la « peinture en champs de couleur ». Le 7 juin 1943, Mark Rothko et Adolph Gottlieb, peintre et sculpteur, écrivent cette lettre à Alden Jewell, critique d’art au New York Times, explicitant leur démarche créative et artistique.)

Le 7 juin 1943
Cher Monsieur Jewell,
Pour l’artiste, la marche de l’esprit d’un critique est l’un des mystères de l’existence. C’est la raison pour laquelle, supposons-nous, la complainte de l’artiste qui  est mécompris, notamment par le critique, est devenu un bruyant lieu commun. C’est donc un événement lorsque le vers tourne et que le critique du Times confesse tranquillement mais publiquement son « hébétement », « confondu » devant nos tableaux au Federation Show. Nous saluons cet honnête, cordiale pourrions-nous dire, réaction devant nos « obscurs » tableaux, puisqu’en d’autres cercles critiques il semble que nous ayons créé un tintamarre hystérique. Et nous apprécions la gracieuse opportunité qui nous est offerte de présenter nos opinions.
Nous n’avons pas l’intention de défendre nos tableaux. Ils se défendent par eux-mêmes. Nous les considérons comme des déclarations claires. Votre échec à les écarter ou à les dénigrer est une preuve de première main qu’ils contiennent un peu de force communicative. […]
Or, ces faciles commentaires de programme ne peuvent aider que le simple d’esprit. Aucun jeu de commentaire possible ne peut expliquer nos peintures. Leur explication doit provenir d’une expérience consommée entre la peinture et celui qui la regarde. L’appréciation de l’art est un mariage authentique des esprits. Et en art, comme dans le mariage, l’absence de consommation est un motif d’annulation.
La question, nous semble-t-il, n’est pas celle d’une « explication » des peintures mais de savoir si les idées essentielles que véhiculent ces peintures ont une signification.
Nous avons le sentiment que nos peintures font la preuve de nos convictions esthétiques dont voici, par conséquent, quelques-unes :
1. Pour nous, l’art est une aventure dans un monde inconnu, que seuls ceux qui veulent prendre des risques peuvent explorer.
2. Ce monde de l’imagination est libéré et violemment opposé au sens commun.
Par conséquent, si notre travail incarne ces convictions-là, il doit offenser quiconque s’accorde spirituellement à la décoration d’intérieur, aux tableaux pour la maison, aux tableaux pour le dessus de cheminée, aux peintures de genre américaines, aux peintures sociales, à la pureté en art : ceux qui font bouillir la marmite en remportant des prix, la Nationale Academy, la Whitney Academy, la Corn Belt Academy, les marronniers, toute cette foutaise, etc.
Sincèrement vôtre,
Adoph Gottlieb
Marcus Rothko


https://www.facebook.com/notes/723763071025915/


terça-feira, 27 de setembro de 2016

Gavrilov Valerii -Painter

The artist Gavrilov Valerii -Painter (1948-1982г) 



In fifteen kilometers from Novokuznetsk is small village Ilyinka. Valery Gavrilov was born in it on September, 10th, 1948. Thus, it in the childhood has been removed from the mad, roaring city life involving in the circulation all live and natural. The father, very formed person was a unique conductor of culture for it. Feodor Vasilevich, not taken place artist-sotsrealist, seeing early Valery's shown bents to creativity (the child has started to write verses and to draw in three years), in every possible way encouraged them, hoping that the son will carry out that the father in art vainly tried to make. 

Valery in the early childhood was trained in game on a piano, a bayan, a pipe, percussion instruments, worked at puppet theater, was engaged in an art photo, a molding, has learned German so that easily read "Faust" in the original. Then it has got inconceivable even for the adult person working capacity, subsequently so amazing people knowing it.

Without having reached majority, Valery has left to Sverdlovsk to receive art education. It has arrived in school with which connected many hopes. Any of them couldn't be carried out. It and hasn't found neither adherents, nor support. "Official" artists were limited to that "have observed", by their own recognition, behind creative development of Gavrilova. And it is more than anything. 

The undertaken two trips to Leningrad for receipt in Academy of Arts weren't successful. Its works have caused a storm of delight from teachers who were besides limited to that have specified it the following: «in you already to study there is nothing. Already most it is time to you to learn». These pleasant words have completed a wall between Gavrilovym and so-called «officially recognized art» which to it and didn't manage to be punched. It all the same, remained in Leningrad and has arrived on courses of auditors at Academy upon termination of which has for ever returned to Sverdlovsk.

Гаврилов has left a huge heritage. Approximately for twenty years of its creative activity it is necessary: about 350 pictorial works, about 1000 photographic works, about 150 sculptures from a tree, plaster, the philosophical treatise, some hundreds poems and prosaic experiences, set of art photos and one film script.
......................

In Ekaterinburg the welfare fund of a name of Valery and Zynaida Gavrilov now is created.
SOLITARTGALLERY Presents

In Memory of Valery Gavrilov (1948 -1982)
Music & Piano By Farshad Sanaee
SLOVAK ART FILM
WRITTEN & DIRECTED BY FRANTIŠEK JAKUB 

absolutly divine with hos artwork

https://youtu.be/3MKubP5KP1g



Gavrilov Valerii. Painting (7 artworks ) >>







domingo, 25 de setembro de 2016

SABROSA: TERRITORY AND HERITAGE, 2016,23_ 09


SABROSA: TERRITORY AND HERITAGE, 2016,23_ 09
No Google Cultural Institute constroem-se ferramentas e tecnologias de livre acesso para instituições culturais para que mostrem e partilhem os seus tesouros culturais e históricos com uma audiência global online.
A Google Arts & Culture e a Faculdade de Letras da Universidade do Porto colaboram numa parceria desde 2014 nesse âmbito, tendo, produzido o fabuloso vídeo (cujo link está infra) para as comemorações das Jornadas Europeias do Património.


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

JORNADAS EUROPEIAS do PATRIMÓNIO | Museu Municipal de Penafiel e Espaço Miguel Torga

23 de setembro | Museu Municipal de Penafiel e Espaço Miguel Torga



A Faculdade de Letras da Universidade do Porto junta-se à programação das Jornadas Europeias do Património | 2016, ação da responsabilidade da Direção-Geral do Património Cultural. A edição deste ano, consagrada ao tema Comunidades e Culturas, conta com 800 atividades inscritas. 

A atividade da FLUP é da responsabilidade do Departamento de Ciências e Técnicas do Património (DCTP), que tem como missão a criação e transferência do conhecimento nas suas áreas de atuação, consagradas numa experiência pedagógica sedimentada e materializadas num significativo conjunto de colaborações de consultoria e investigação. Através da sua ação pretende o DCTP continuar a afirmar o papel que a Universidade deve ter enquanto agente de desenvolvimento social, económico e territorial no sector do Património Cultural. 

Da parte da manhã, o Museu de Penafiel acolhe dois painéis: Património, museus e comunidades; Relações de integração e desenvolvimento e Penafiel, comunidade(s) e cultura(s). A sessão de abertura contará com a presença dos Presidentes das Câmaras Municipais de Penafiel, Antonino Aurélio Vieira de Sousa e de Sabrosa, José Manuel de Carvalho Marques; da Diretora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Fernanda Ribeiro; da coordenadora científica do CITCEM, Cristina Cunha e da presidente do DCTP, Lúcia Rosas. 

Da parte da tarde, no Espaço Miguel Torga (São Martinho de Anta, Sabrosa), após um painel dedicado ao tema Técnicos de cultura e comunidades de acolhimento, será inaugurada mundialmente a exposição virtual “Sabrosa: Território e Património”, disponível na plataforma Google Arts & Culture. Esta exposição foi concebida no âmbito curricular do Mestrado em História da Arte Portuguesa (ano letivo 2015/2016), dando seguimento ao projeto iniciado no ano anterior, “Porto Património Mundial”, também disponível na mesma plataforma. A exposição será inaugurada pelo Presidente da Câmara Municipal de Sabrosa, José Manuel de Carvalho Marques e pelo Magnífico Reitor da Universidade do Porto, Prof. Sebastião Feyo de Azevedo. 


Organização: FLUP-DCTP (Departamento de Ciências e Técnicas do Património) / CITCEM | Câmara Municipal de Penafiel | Câmara Municipal de Sabrosa

Colaboração
Google Arts & Culture | Penafiel Ativa

Coordenação: 
 Lúcia Rosas | Nuno Resende | Rui Morais

PATRIMÓNIO_ Evolução Histórica


O “edifício camaleão”, um complexo futurista de apartamentos que não é o que parece



No centro da cidade austríaca de Graz, todos os edifícios são imponentes construções históricas e centenárias que datam do seu período de esplendor, uma época conhecida como “Era Guilhermina”, assim batizada em honra ao último imperador alemão, Guilherme II, e compreendida entre 1890 e 1918. Todos menos um que foi construído recentemente. Não é igual, mas parece.
Para conservar o legado da rua reconhecida como património histórico pela UNESCO, oestúdio de arquitetura Hope of Glory decidiu cobrir a fachada do empreendimento com aço inoxidável polido, de forma a refletir o meio envolvente. Desta forma, com um camaleão, um bloco de apartamentos futurista como que “imita” tudo o que está ao seu redor enganando o olho humano. Ora vê. 









https://www.idealista.pt/news/imobiliario/internacional/2016/09/16/31588-o-edificio-camaleao-um-empreendimento-futurista-de-apartamentos-que-nao-e-o-que?xts=410875&xtor=AD-308-[node/31588]-[]-[1_1]-[observador__observador.pt]-[desktop]-[foto_1_1]&source=28


terça-feira, 20 de setembro de 2016

PATRIMÓNIO MÓVEL


VIOLONCELO STRADIVARIUS REI DE PORTUGAL foi tocado no próximo dia 14 de Setembro de 2013!
Datado de 1725 e classificado como Tesouro Nacional, pertenceu ao rei D. Luís I (1838-1889) e é o único instrumento com a assinatura do construtor Antonio Stradivari em Portugal.
Primeiramente conhecido por Violoncelo Chevillard, por ter pertencido ao violoncelista belga Pierre Chevillard (1811-1877), foi posteriormente propriedade de um dos irmãos da família de luthiers franceses Vuillaume, que o vendeu ao Rei D. Luís.
O Chevillard – Rei de Portugal tem a famosa forma «B», a mais célebre entre as utilizadas por Antonio Stradivari. Esta forma foi utilizada de 1707 a 1726, o período de ouro do construtor. Restam-nos hoje 25 violoncelos deste tipo em todo o mundo, entre os quais o «Davidoff», o «Duport», o «Piatti», o «Mara» e o «Batta».
É conhecido o interesse que D. Luís tinha pela música. Como compositor, deixou-nos algumas obras musicais: uma Avé Maria, uma Barcarola, uma Missa (a parte de violoncelo) e cinco valsas. Parte do seu acervo instrumental encontra-se hoje no Museu da Música. São de realçar o violoncelo Stradivarius e o piano de Liszt (oferecido pelo pianista a D. Maria II).

Fonte: https://www.facebook.com/museunacionaldamusica/?fref=hovercard 

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

¿EXITE EL PATRIMONIO INDUSTRIAL?



Edificios desvencijados, muros que se caen, maquinaria oxidada, antiguas técnicas de trabajo obsoletas. ¿Es eso el Patrimonio Industrial? En ocasiones, cuando leo y trabajo sobre cuestiones de Patrimonio, y observo algún bien que pudiera ser declarado Patrimonio Industrial, me cuesta definir y catalogarlo como tal.
Al contrario que otros tipos de Patrimonio como el arqueológico o el patrimonio cultural (¿qué no es Patrimonio Cultural?), tengo la impresión de que al Patrimonio Industrial le falta una o dos frases cortas en las que se describa claramente qué es y qué lo compone.
León Patrimonio Industrial

Qué es el Patrimonio Industrial

Si hay algo que caracteriza al Patrimonio Industrial es su contexto. Todo Patrimonio Industrial se ha generado a partir de la Revolución Industrial, a finales del siglo XVIII. Son objetos que han formado parte de la actividad industrial, del proceso de producción. Está compuesto por maquinaria, edificios característicos y paisajes que han conformado el cuadro de la actividad industrial en nuestras ciudades y pueblos.
Si hay algo que caracteriza al Patrimonio Industrial es su contexto.
En la Península Ibérica, muchos pueblos se vieron totalmente transformadospor los procesos de industrialización. Sobre todo en muchas regiones del País Vasco y Cataluña donde la revolución industrial fue mucho más acentuada. Como resultado de esta actividad, muchos lugares cambiaron sustancialmente, tanto de costumbres como de paisaje, con el que surgieron nuevas costumbres en algunos pueblos que hoy en día se siguen representando a modo de fiesta folklórica.
Como ves, el Patrimonio Industrial lo componen diferentes minastipos de Patrimoniomaterial (fábricas, maquinaria principalmente), inmaterial (costumbres o el paisaje) y mueble (maquinaria) e inmueble(fábricas). Menudo batiburrillo, que diría mi madre.
Por tanto, y resumiendo mucho, podría definir el Patrimonio Inmaterial del siguiente modo:
Es el conjunto de bienes que surgió a consecuencia de la Revolución Industrial y que significó la aparición de maquinaria nueva, espacios comunes de trabajo, y trajo consigo un cambio cultural como consecuencia de esta actividad industria.

¿Todo lo que tiene que ver con la Industria es Patrimonio Industrial?

Molinar de AlcoyEn realidad no. Y de hecho, ahí radica la gran diferencia entre el Patrimonio Industrial y el resto de Patrimonios. Un torno de alfarero de época romana no forma parte del Patrimonio Industrial porque se utilizó en otro contexto histórico. Un arado del Neolítico tampoco entra en la definición de este tipo de Patrimonio.  No forma parte del proceso de industrialización y mecanización del trabajo.
Por tanto, el aspecto fundamental y diferenciador del Patrimonio Industrial es su cronología. Que por otro lado, y como en muchos casos de periodización históricano es homogénea en todo el mundosino que se produce en momentos diferentes en cada parte. El proceso de industrialización tuvo diversos momentos en cada país europeo y por tanto las fechas son distintas dependiendo del lugar.
Pero ya tenemos una cronología relativa para englobar al Patrimonio industrial:desde los inicios de la Revolución Industrial allá por mitad del siglo XVIII hasta que esa industria, esa maquinaria, se fue abandonando y sustituyendo por otros sistemas de producción automatizados.

¿Pero esto no es patrimonio arqueológico?

Es lo que sucede en muchos otros casos. Cuando hablamos de Patrimonio, lo hacemos de cultura principalmente, de Historia y de identidad. Todo objeto, actividad, representación o bien de cualquier tipo que represente algo de estos tres factores, puede ser considerado Bien de Patrimonio. Luego habrá que estudiarlo de manera individual si cumple con los ideales BIC o no. Pero si algún bien representa una cultura y es amado y representativo de un pueblo, se le está otorgando ya un valor cultural.
Muchos bienes del Patrimonio están catalogados como tiposindustria que bien podrían ser diferentes. Es decir, que un Bien perteneciente al Patrimonio Arquitectónico podría ser considerado a su vez Patrimonio Arqueológico, o artístico también. Los diferentes tipos de Patrimonio muchas veces se entrelazan. El Patrimonio no se divide en cámaras estancas en las que encasillar cada bien.
Esto sucede con el Patrimonio Industrial. Mucho de estos bienes pueden ser considerados también Patrimonio Arqueológico o arquitectónico. Y quizás sea esta la razón por la cual sea a veces difícil de catalogar. A lo mejor una serie de herramientas del siglo XIX de una fábrica de papel no entran dentro del rango de Patrimonio Arqueológico pero no cabe duda de que son Bienes de gran interés cultural.

Qué es hoy en día el Patrimonio Industrial

Pues podría definirse en muchas ocasiones con lo que he empezado el artículo. Muchas veces, el hecho de que este Patrimonio esté todavía arraigado entre la sociedad y la gente, hace de él una especie de estigma o de recuerdo infantil de un tiempo pasado, antiguo, pero a la vez demasiado reciente como para ponerlo en valor.
Sin embargo se hace. Cada vez más las instituciones nacionales e internacionales ponen cierto empeño en readaptar, poner en valor y uso este tipo de Patrimonio. El TICCIH (Comité Internacional para la Conservación del Patrimonio Industrial) ha creado una lista con 100 elementos de Patrmionio Industrial en España. Fíjate si se puede.
Un ejemplo de ello es la Tabacalera de Alicante. Antiguamente una fábrica de cigarrillos reconvertida hoy en un centro cultural y de ocio donde se hace todo tipo de actividades para niñ@s, jóvenes y adultos.
tabacalera el antes y el despues
Se trata entonces de contextualizar este Patrimonio (edificios, material, cultura e Historia) y mimetizarlo con nuestro tiempo sin que pierda sus características físicas y que permanezca parte de su identidad.
Qué fácil suena ¿verdad? Pero ¿cómo se hace esto? Ahí estriba la dificultad de la gestión del Patrimonio. Respetar la Historia y la Cultura sin menoscabo del presente.
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Fonte:http://www.patrimoniointeligente.com/exite-el-patrimonio-industrial/

domingo, 18 de setembro de 2016

Vitória de Samotrácia


Por Sem fonte automaticamente legível. Presume-se que a autoria seja de Chosovi, baseando-se nas informações sobre direito autoral. - Sem fonte automaticamente legível. Presume-se que seja obra própria, baseando-se nas informações sobre direito autoral., CC BY-SA 2.5, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=720264


Vitória de Samotrácia, também conhecida como Nice de Samotrácia, é uma escultura que representa a deusagrega Nice[1] (em grego Νίκη, Níkē ou Niké – "Vitória"), cujos pedaços foram descobertos em 1863 nas ruínas doSantuário dos grandes deuses de Samotrácia. Em grego, o seu nome é Níkē tes Samothrakes (Νίκη της Σαμοθράκης). Fazia parte de uma fonte, com a forma de proa de embarcação, em pedra calcária, doada ao santuário provavelmente pela cidade de Rodes. Ocupa lugar de destaque numa escadaria do Museu do Louvre, em Paris.


História

Produzida por algum escultor desconhecido, provavelmente rodiano, acredita-se que a estátua foi confeccionada entre220 e 190 a.C.. Quando de sua descoberta em 1863, acreditou-se que seu patrocinador teria sido o general e reiDemétrio I da Macedónia, chamado Poliorcetes, após sua vitória em Chipre entre 295 e 289 a.C., mas evidências encontradas em novas escavações mostram que o pedestal foi erguido provavelmente perto do ano 200 a.C. e provavelmente para comemorar uma vitória naval em Rhodes. As semelhanças com figuras e drapeados da vestimenta de esculturas do Altar de Pérgamo (c.170 a.C.) são grandes.

Escadaria Darú, no Louvre, palco da estátua
Vitória foi descoberta pelo consul e arqueologista amador francês Charles Champoiseau em abril de 1863, que a enviou para Paris no mesmo ano. Em novas escavações, alguns anos depois, descobriu a proa da embarcação que hoje sustenta a estátua na Escadaria Darú[2]. Em 1948 foi descoberta a mão elevada em saudação, que encaixou em um outro fragmento de dedo existente em Viena, estabeleceu a moderna reconstrução, que repousa no Louvre.

Influência

Apesar dos danos significativos e de estar incompleta, é considerada uma das grandes sobreviventes do período helenístico. Obra de leveza da escultura grega, apesar de sua estrutura maciça, apresenta-se deslizando suavemente, cortando o vento. Mostra mestria na forma e no movimento, que impressionou críticos e artistas desde sua descoberta. É particularmente admirada por seu naturalismo e pela fina realização dos drapeados. É considerado um dos grandes tesouros do Louvre.
É também um ícone cultural, explorado por outros artistas em vários contextos.

Restauro

Em 2013-2014 a obra passou por um profundo restauro, no valor de 4 milhões de euros[

ver também

Referências

  1. Ir para cima MACHADO, José PedroDicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa.
  2. Ir para cima A monumental escadaria, projetada por Hector Lefuel para o Museu Napoleão foi construida entre 1855 e 1857 no Pavilhão Darú, assim chamado por causa de um ministro de Napoleão III. Ao final do Segundo Império permanecia incompleta, o que só aconteceu em 1883 com a exposição da Vitória de Samotrácia
  • Francis Haskell e Nicholas Penny, 1981. Taste and the Antique; the Lure of Classical Sculpture 1500-1900 (Yale University Press).
Fonte: Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=197008