domingo, 2 de outubro de 2016

A Igreja de São Lourenço, em Almancil






A Igreja de São Lourenço, em Almancil, é uma obra-prima do Barroco europeu. Um objeto que dá corpo literal à expressão "ouro sobre azul". E, contudo, vista de fora, a igreja de São Lourenço é um edifício banal inscrito numa povoação pouco atraente, Almancil, concelho de Loulé, Algarve.
José Meco, o maior especialista em azulejaria barroca portuguesa, é o nosso guia nesta visita à Igreja de São Lourenço, um caso da História da Arte Europeia.

.https://youtu.be/794pIb-enlI (Visita Guiada à Igreja de São Lourenço, em Almancil - Portugal)






Construída na primeira metade do século XVIII, a bonita Capela de São Lourenço dos Matos é o melhor testemunho da azulejaria barroca algarvia, o que só por si justifica uma paragem na localidade de Almancil, no concelho de Loulé.
Considerada um dos maiores tesouros artísticos do sul do país, esta igreja de nave única com planta longitudinal, capelas laterais e uma capela-mor quadrangular coroada por uma cúpula revestida de azulejos figurativos, apresenta-se como um notável exemplo da arquitectura religiosa.
Os azulejos em tons azuis e brancos que revestem as paredes da nave e a abóbada têm um impressionante impacto visual e relembram aos visitantes a história de São Lourenço. Um conjunto fenomenal de oito painéis de azulejos setecentistas, concebido por Policarpo de Oliveira Bernardes, descreve os passos da vida do santo que deu nome à capela. Uma composição de grande teatralidade que retrata cortinas esvoaçantes, anjos sustendo medalhões e grinaldas de flores e folhagens com grande dinamismo e riqueza de pormenor.
Na capela-mor, além dos azulejos, destacam-se o retábulo em talha dourada nacional, também de estilo barroco, e a imagem de São Lourenço, que se pensa ser da autoria de Manuel Martins, o maior entalhador e escultor algarvio. A decoração interior da capela é ainda completada por harmoniosas imagens dos séculos XVII e XVIII.
This information is extracted with friendly permission of RTA from their Website.

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Segundo a DGPC, temos este património classificado: 

Designação

Designação
Igreja de São Lourenço de Almancil
Outras Designações
-
Categoria / Tipologia
Arquitectura Religiosa / Igreja
Inventário Temático
-

Localização

Divisão Administrativa
Faro / Loulé / Almancil
Endereço / Local
-- --
Almancil

Proteção

Situação Actual
Classificado
Categoria de Protecção
Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público
Cronologia
Decreto n.º 35 443, DG, I Série, n.º 1, de 2-01-1946 (ver Decreto)
ZEP
-
Zona "non aedificandi"
-
Abrangido em ZEP ou ZP
Abrangido por outra classificação
Património Mundial
-

Descrições

Nota Histórico-Artistica
A mais antiga referência à igreja de São Lourenço de Almancil surge em 1672 no Livro da sua freguesia (São João da Venda). A traça do templo, de nave única com altares laterais e capela-mor coberta por cúpula esférica, deverá remontar ao final do século XVII ou princípios do seguinte, uma vez que os painéis de azulejo, que revestem integralmente o templo, apresentam a data de 1730.
Se o exterior da igreja é relativamente sóbrio - alçado principal rematado por frontão triangular e pórtico de linhas rectas, ao qual se sobrepõe um janelão de frontão interrompido -, o interior vive do brilho cerâmico dos azulejos azuis e brancos, de tal forma que Santos Simões a definiu como "igreja de louça" (SIMÕES, 1949, p. 2). De facto, o revestimento é interrompido, somente, pela cantaria que define o arco triunfal, e pelo brilho dourado da cimalha que percorre o templo e do retábulo-mor, em talha dourada de Estilo Nacional.
A importância da obra fez com que o seu autor assinasse e datasse os painéis. Assim, sabemos que foram executados em 1730 por Policarpo de Oliveira Bernardes (um dos expoentes máximos do intitulado "ciclo dos Grandes Mestres"), e encomendados pelo Vigário Geral, Reverendo Doutor Manuel de Sousa Teixeira. Contudo, a autoria dos painéis das paredes da nave tem vindo a ser contestada e atribuída a um outro autor, ainda não identificado, mas próximo de Bernardes (MECO, 1989, p. 84).
Os oito painéis da nave representam cenas da vida de São Lourenço, sendo que os pilares exibem um conjunto de alegorias às Virtudes - Liberdade, Pobreza, Castidade, Obediência, Piedade, Paciência, Temor a Deus, Entendimento, Humildade, Preserverança, Justiça e Verdade, as duas últimas de dimensões superiores.
Na capela-mor encontram-se novamente cenas alusivas à vida de São Lourenço, orago da igreja. Este, foi martirizado em Roma no ano de 258, por ter ousado desafiar o imperador Décio ao não devolver o tesouro da igreja de que era diácono. Na realidade, São Lourenço distribuíra o ouro pelos pobres e nada sobrara para o Imperador, que furioso o mandou flagelar com varas, queimar as costas com um ferro quente e, por fim, estender-se sobre um manto de brasas (RÉAU, 1997, vol. 4, p.255). Na cúpula, que assenta sobre trompas onde figuram anjos com símbolos do martírio, São Lourenço é conduzido ao céu.
Estamos, pois, em presença de um programa iconográfico que articula a temática da nave com a da capela-mor, ao realçar, não apenas a vida e caridade do santo, mas também as virtudes através das quais se alcança a santidade e, por conseguinte, a vida para além da morte. Nas cúpulas, e para além da experiência adquirida noutras obras suas e de seu pai (António de Oliveira Bernardes), este pintor de azulejos tira partido dos efeitos cenográficos, que denotam o eventual recurso a tratados de cenografia e perspectiva, mais eruditos (ARRUDA, 1989, p. 25).
Se durante algum tempo a historiografia portuguesa considerou este mestre, apenas como um discípulo do seu pai, a igreja de Almancil é bem um exemplo da importância e relevância da sua actividade, de características próprias e bem definidas (MECO, 1986, p. 225). Com esta obra, Policarpo assumiu uma vertente mais elaboradas, patente nos painéis posteriores a 1730 e que privilegiou os revestimentos integrais dos espaços. A igreja da Misericórdia de Viana do Castelo, a capela de Nossa Senhora da Conceição de Loulé, a igreja de São Francisco de Faro, o Forte de São Filipe em Setúbal ou o Santuário dos Remédios em Peniche (SIMÕES, 1949, p. 2; MECO, 1986, p. 84) constituem exemplos de obras suas (mais recuadas ou da mesma época) com as quais a igreja de Almancil pode ser cotejada.
(Rosário Carvalho)

Imagens

Bibliografia

Título
"Azulejaria Portuguesa"
Local
Lisboa
Data
1985
Autor(es)
MECO, José
Título
"Monografia do Concelho de Loulé"
Local
Porto
Data
1905
Autor(es)
OLIVEIRA, Francisco Xavier d'Ataíde
Título
""Os notáveis azulejos da igreja de São Lourenço de Almancil e da Capela de Nossa Senhora da Conceição em Loulé", Correio do Sul"
Local
Faro
Data
1949
Autor(es)
SIMÕES, J. M. dos Santos
Título
""ALMANCIL, São Lourenço de", Dicionário da Arte Barroca em Portugal"
Local
Lisboa
Data
1989
Autor(es)
ARRUDA, Luísa
Título
""BERNARDES, Policarpo de Oliveira", Dicionário da Arte Barroca em Portugal"
Local
Lisboa
Data
1989
Autor(es)
MECO, José
Título
"Loulé. O património artístico"
Local
Loulé
Data
2001
Autor(es)
CARRUSCA, Susana
Título
"Igreja Matriz de S. Lourenço de Almancil"
Local
Loulé
Data
-
Autor(es)
LAMEIRA, Francisco, SERRA, Pedro

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/72985


sábado, 1 de outubro de 2016

ARTE TUMULAR e "Apología" de Oscar Wilde.


       Giovanni Battista VILLA 
   (Genova 1832 – 1899)





        Dopo il completamento degli studi all’Accademia Ligustica – dove ottenne anche una medaglia d’oro per un Nudo in gesso (1858), poi realizzato in marmo per il marchese Ala Ponzoni – si arruolò nell’esercito. Nel 1866 tornò a dedicarsi all’attività scultorea, realizzando opere di ritrattistica e a soggetto religioso. La parte più cospicua della sua produzione è comunque rappresentata dai monumenti funerari eseguiti per Staglieno, nei quali i tratti marcatamente realistici lasciano talvolta filtrare un’atmosfera pervasa di inquietudine e mistero (Tomba Montanaro, 1888). Tra le altre opere di Villa a Staglieno si ricordano la Tomba Ferro (1867), il Cippo Piero Elena (1878), Tomba Pienovi (1879), la Tomba Tomati (1881), la Tomba Rivara (1895).Edoardo ALFIERI (Foggia 1913 – Genova 1997)
«APOLOGIA»
¿Es tu voluntad que yo crezca y decline?

Trueca mi paño de oro por la gris estameña

y teje a tu antojo esa tela de angustia

cuya hebra más brillante es día malgastado.

¿Es tu voluntad -Amor que tanto amo-
que la Casa de mi Alma sea lugar atormentado
donde deban morar, cual malvados amantes,
la llama inextinguible y el gusano inmortal?

Si tal es tu voluntad la he de sobrellevar
y venderé ambición en el mercado,
y dejaré que el gris fracaso sea mi pelaje
y que en mi corazón cave el dolor su tumba.
Tal vez sea mejor así -al menos
no hice de mi corazón algo de piedra,
ni privé a mi juventud de su pródigo festín,
ni caminé donde lo Bello es ignorado.
Oscar Wilde
Tradução em Espanhol, versión de E. Caracciolo Trejo. 





sexta-feira, 30 de setembro de 2016

MUSEU DO ORIENTE - DIA DAS FUNDAÇÕES E DOADORES - 1 de Ouubro



Museu do Oriente



Hoje pode visitar gratuitamente - e até mais tarde - o das 18.00 às 22.00. E como amanhã [1 Outubro] se celebra o Dia das Fundações e Doadores, oferecemos entrada gratuita todo o dia, bem como visitas temáticas e visitas-jogo para famílias. Tantas oportunidades para descobrir os coleccionadores e doadores que contribuiram para o impressionante acervo do Museu do Oriente.

Associando-se às comemorações do Dia Europeu de Fundações e Doadores, a Fundação Oriente convida os visitantes a conhecerem mais sobre a sua história e acção, através de um programa especial a decorrer no Museu do Oriente. A entrada no Museu é gratuita, bem como a participação nas actividades [requerendo estas inscrição].

Sábado | 1 Outubro
10.00 às 18.00 | Entrada gratuita no Museu do Oriente



COLECCIONAR PARA DOAR?
Visita-jogo para famílias
Sábado | 10.30 às 11.30 | Para crianças dos 6 aos 12 anos, acompanhadas por um adulto Participantes máx.25

São várias as teorias sobre quando terá surgido a primeira colecção e o primeiro coleccionador. Muitos estudiosos apontam para a pré-história. Mas afinal o que motivará o nascimento de uma colecção? E quem será o coleccionador? Um caçador de tesouros raros, um pesquisador por natureza? Vem conhecer as colecções que o Museu do Oriente alberga e os coleccionadores que ajudam a manter a história viva através dos seus objectos.



COLECÇÕES VIVAS: A COLECÇÃO KWOK ON
Visita orientada às reservas da Colecção Kwok-On 
Sábado | 11.00 às 11.30 | Participantes máx.10 | Maiores de 16 anos

Criada em 1971 por Jacques Pimpaneau – a partir da doação que lhe fora feita pelo Senhor Kwok On -, a colecção Kwok-On é proveniente da Association Arts et Traditions Populaires de l’Asie Orientale – Musée Universitaire Kwok On, de Paris e foi incorporada no acervo da Fundação Oriente em 1999. É composta por mais de 13.000 objectos, na sua maioria chineses, indianos e japoneses, relacionados com artes performativas (instrumentos, trajes, marionetas, máscaras, pinturas, porcelanas) e com as festividades tradicionais (objectos rituais, lanternas, pinturas, jogos, estátuas). Representadas estão ainda, através de peças de arte popular, práticas culturais do Sri Lanka, Tailândia, Cambodja, Malásia, Indonésia, Vietname, Tibete, Birmânia, Nepal e Coreia. Com o objectivo de promover o contínuo enriquecimento da colecção e aprofundar a respectiva investigação, a Fundação Oriente encarrega, todos os anos, Sylvie Pimpaneau e Sofia Campos Lopes de uma missão na Ásia.

É esta colecção que vamos conhecer, nas reservas, onde se procede à sua conservação.



DA IDEIA À CONCRETIZAÇÃO: O MUSEU DA FUNDAÇÃO ORIENTE
Visita orientada à exposição Presença Portuguesa na Ásia
Sábado | 15.00 às 16.00 | Participantes máx.25 | Maiores de 7 anos
 
Constituída em 1988, a Fundação Oriente tem como objectivo a realização de acções de carácter cultural, educativo, artístico, científico, social e filantrópico que visem a valorização e a continuidade das relações históricas e culturais entre Portugal e o Oriente. O aparecimento do Museu do Oriente, em 2008, marca um novo ciclo na vida da Fundação, consubstanciando a sua vontade e vocação de contribuir para o encontro entre Ocidente e Oriente. Convidamo-lo a visitar o Museu do Oriente e a conhecer os princípios que determinaram a sua criação.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Lettre de Mark Rothko et Adolph Gottlieb à Alden Jewell : "Et en art, comme dans le mariage, l’absence de consommation est un motif d’annulation."



Mark Rothko, The Omen of the Eagle,1942, National Gallery of Art, Gift of The Mark Rothko Foundation, Inc., 1986.43.107



(Mark Rothko (25 septembre 1903 – 25 février 1970), l’un des peintres américains les plus célèbres du XXème siècle, s’est essayé à  l’expressionnisme abstrait puis au surréalisme pour découvrir à la fin des années 1940 une nouvelle façon de peindre que  le critique Clement Greenberg définira comme le « Colorfield Painting », littéralement  de la « peinture en champs de couleur ». Le 7 juin 1943, Mark Rothko et Adolph Gottlieb, peintre et sculpteur, écrivent cette lettre à Alden Jewell, critique d’art au New York Times, explicitant leur démarche créative et artistique.)

Le 7 juin 1943
Cher Monsieur Jewell,
Pour l’artiste, la marche de l’esprit d’un critique est l’un des mystères de l’existence. C’est la raison pour laquelle, supposons-nous, la complainte de l’artiste qui  est mécompris, notamment par le critique, est devenu un bruyant lieu commun. C’est donc un événement lorsque le vers tourne et que le critique du Times confesse tranquillement mais publiquement son « hébétement », « confondu » devant nos tableaux au Federation Show. Nous saluons cet honnête, cordiale pourrions-nous dire, réaction devant nos « obscurs » tableaux, puisqu’en d’autres cercles critiques il semble que nous ayons créé un tintamarre hystérique. Et nous apprécions la gracieuse opportunité qui nous est offerte de présenter nos opinions.
Nous n’avons pas l’intention de défendre nos tableaux. Ils se défendent par eux-mêmes. Nous les considérons comme des déclarations claires. Votre échec à les écarter ou à les dénigrer est une preuve de première main qu’ils contiennent un peu de force communicative. […]
Or, ces faciles commentaires de programme ne peuvent aider que le simple d’esprit. Aucun jeu de commentaire possible ne peut expliquer nos peintures. Leur explication doit provenir d’une expérience consommée entre la peinture et celui qui la regarde. L’appréciation de l’art est un mariage authentique des esprits. Et en art, comme dans le mariage, l’absence de consommation est un motif d’annulation.
La question, nous semble-t-il, n’est pas celle d’une « explication » des peintures mais de savoir si les idées essentielles que véhiculent ces peintures ont une signification.
Nous avons le sentiment que nos peintures font la preuve de nos convictions esthétiques dont voici, par conséquent, quelques-unes :
1. Pour nous, l’art est une aventure dans un monde inconnu, que seuls ceux qui veulent prendre des risques peuvent explorer.
2. Ce monde de l’imagination est libéré et violemment opposé au sens commun.
Par conséquent, si notre travail incarne ces convictions-là, il doit offenser quiconque s’accorde spirituellement à la décoration d’intérieur, aux tableaux pour la maison, aux tableaux pour le dessus de cheminée, aux peintures de genre américaines, aux peintures sociales, à la pureté en art : ceux qui font bouillir la marmite en remportant des prix, la Nationale Academy, la Whitney Academy, la Corn Belt Academy, les marronniers, toute cette foutaise, etc.
Sincèrement vôtre,
Adoph Gottlieb
Marcus Rothko


https://www.facebook.com/notes/723763071025915/


terça-feira, 27 de setembro de 2016

Gavrilov Valerii -Painter

The artist Gavrilov Valerii -Painter (1948-1982г) 



In fifteen kilometers from Novokuznetsk is small village Ilyinka. Valery Gavrilov was born in it on September, 10th, 1948. Thus, it in the childhood has been removed from the mad, roaring city life involving in the circulation all live and natural. The father, very formed person was a unique conductor of culture for it. Feodor Vasilevich, not taken place artist-sotsrealist, seeing early Valery's shown bents to creativity (the child has started to write verses and to draw in three years), in every possible way encouraged them, hoping that the son will carry out that the father in art vainly tried to make. 

Valery in the early childhood was trained in game on a piano, a bayan, a pipe, percussion instruments, worked at puppet theater, was engaged in an art photo, a molding, has learned German so that easily read "Faust" in the original. Then it has got inconceivable even for the adult person working capacity, subsequently so amazing people knowing it.

Without having reached majority, Valery has left to Sverdlovsk to receive art education. It has arrived in school with which connected many hopes. Any of them couldn't be carried out. It and hasn't found neither adherents, nor support. "Official" artists were limited to that "have observed", by their own recognition, behind creative development of Gavrilova. And it is more than anything. 

The undertaken two trips to Leningrad for receipt in Academy of Arts weren't successful. Its works have caused a storm of delight from teachers who were besides limited to that have specified it the following: «in you already to study there is nothing. Already most it is time to you to learn». These pleasant words have completed a wall between Gavrilovym and so-called «officially recognized art» which to it and didn't manage to be punched. It all the same, remained in Leningrad and has arrived on courses of auditors at Academy upon termination of which has for ever returned to Sverdlovsk.

Гаврилов has left a huge heritage. Approximately for twenty years of its creative activity it is necessary: about 350 pictorial works, about 1000 photographic works, about 150 sculptures from a tree, plaster, the philosophical treatise, some hundreds poems and prosaic experiences, set of art photos and one film script.
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In Ekaterinburg the welfare fund of a name of Valery and Zynaida Gavrilov now is created.
SOLITARTGALLERY Presents

In Memory of Valery Gavrilov (1948 -1982)
Music & Piano By Farshad Sanaee
SLOVAK ART FILM
WRITTEN & DIRECTED BY FRANTIŠEK JAKUB 

absolutly divine with hos artwork

https://youtu.be/3MKubP5KP1g



Gavrilov Valerii. Painting (7 artworks ) >>







domingo, 25 de setembro de 2016

SABROSA: TERRITORY AND HERITAGE, 2016,23_ 09


SABROSA: TERRITORY AND HERITAGE, 2016,23_ 09
No Google Cultural Institute constroem-se ferramentas e tecnologias de livre acesso para instituições culturais para que mostrem e partilhem os seus tesouros culturais e históricos com uma audiência global online.
A Google Arts & Culture e a Faculdade de Letras da Universidade do Porto colaboram numa parceria desde 2014 nesse âmbito, tendo, produzido o fabuloso vídeo (cujo link está infra) para as comemorações das Jornadas Europeias do Património.


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

JORNADAS EUROPEIAS do PATRIMÓNIO | Museu Municipal de Penafiel e Espaço Miguel Torga

23 de setembro | Museu Municipal de Penafiel e Espaço Miguel Torga



A Faculdade de Letras da Universidade do Porto junta-se à programação das Jornadas Europeias do Património | 2016, ação da responsabilidade da Direção-Geral do Património Cultural. A edição deste ano, consagrada ao tema Comunidades e Culturas, conta com 800 atividades inscritas. 

A atividade da FLUP é da responsabilidade do Departamento de Ciências e Técnicas do Património (DCTP), que tem como missão a criação e transferência do conhecimento nas suas áreas de atuação, consagradas numa experiência pedagógica sedimentada e materializadas num significativo conjunto de colaborações de consultoria e investigação. Através da sua ação pretende o DCTP continuar a afirmar o papel que a Universidade deve ter enquanto agente de desenvolvimento social, económico e territorial no sector do Património Cultural. 

Da parte da manhã, o Museu de Penafiel acolhe dois painéis: Património, museus e comunidades; Relações de integração e desenvolvimento e Penafiel, comunidade(s) e cultura(s). A sessão de abertura contará com a presença dos Presidentes das Câmaras Municipais de Penafiel, Antonino Aurélio Vieira de Sousa e de Sabrosa, José Manuel de Carvalho Marques; da Diretora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Fernanda Ribeiro; da coordenadora científica do CITCEM, Cristina Cunha e da presidente do DCTP, Lúcia Rosas. 

Da parte da tarde, no Espaço Miguel Torga (São Martinho de Anta, Sabrosa), após um painel dedicado ao tema Técnicos de cultura e comunidades de acolhimento, será inaugurada mundialmente a exposição virtual “Sabrosa: Território e Património”, disponível na plataforma Google Arts & Culture. Esta exposição foi concebida no âmbito curricular do Mestrado em História da Arte Portuguesa (ano letivo 2015/2016), dando seguimento ao projeto iniciado no ano anterior, “Porto Património Mundial”, também disponível na mesma plataforma. A exposição será inaugurada pelo Presidente da Câmara Municipal de Sabrosa, José Manuel de Carvalho Marques e pelo Magnífico Reitor da Universidade do Porto, Prof. Sebastião Feyo de Azevedo. 


Organização: FLUP-DCTP (Departamento de Ciências e Técnicas do Património) / CITCEM | Câmara Municipal de Penafiel | Câmara Municipal de Sabrosa

Colaboração
Google Arts & Culture | Penafiel Ativa

Coordenação: 
 Lúcia Rosas | Nuno Resende | Rui Morais

PATRIMÓNIO_ Evolução Histórica


O “edifício camaleão”, um complexo futurista de apartamentos que não é o que parece



No centro da cidade austríaca de Graz, todos os edifícios são imponentes construções históricas e centenárias que datam do seu período de esplendor, uma época conhecida como “Era Guilhermina”, assim batizada em honra ao último imperador alemão, Guilherme II, e compreendida entre 1890 e 1918. Todos menos um que foi construído recentemente. Não é igual, mas parece.
Para conservar o legado da rua reconhecida como património histórico pela UNESCO, oestúdio de arquitetura Hope of Glory decidiu cobrir a fachada do empreendimento com aço inoxidável polido, de forma a refletir o meio envolvente. Desta forma, com um camaleão, um bloco de apartamentos futurista como que “imita” tudo o que está ao seu redor enganando o olho humano. Ora vê. 









https://www.idealista.pt/news/imobiliario/internacional/2016/09/16/31588-o-edificio-camaleao-um-empreendimento-futurista-de-apartamentos-que-nao-e-o-que?xts=410875&xtor=AD-308-[node/31588]-[]-[1_1]-[observador__observador.pt]-[desktop]-[foto_1_1]&source=28